AVC em crianças e adolescentes é raro, mas deixa sequelas graves | Araujo e Fazzito

05 de jun de 2018

AVC em crianças e adolescentes é raro, mas deixa sequelas graves

Apesar de ser conhecido como doença “de adulto”, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) também acomete crianças e adolescentes até 17 anos. Anualmente são realizados entre dois e oito diagnósticos para cada 100 mil crianças, mas apesar de raros são casos graves e que costumam deixar sequelas.

O AVC pode ocorrer em qualquer fase da vida, mas é uma causa significativa de internações e óbitos quando os pacientes são crianças ou adolescentes. Já entre os jovens adultos (menos de 60 anos) esse risco é considerado menor, e a maioria dos casos tem como causa fatores de risco vasculares, diabetes, obesidade, excesso de álcool, tabagismo ou uso de drogas ilícitas.

Entre as crianças e adolescentes existem causas diversas, por isso é mais complicado identificá-las. Dentre elas estão a cardiopatia, a anemia falciforme e até o vírus da catapora. Para evitar que o problema seja agravado, especialistas sugerem que os pais estejam atentos aos mínimos sinais, por mais simples e comuns que possam parecer.

Dentre as características do AVC estão a movimentação acelerada dos olhos, as pálpebras caídas e a falta de movimento em uma das pernas ou braços. Dores de cabeça, dificuldade para equilibrar a cabeça sob o pescoço ou para se sentar também podem ser indicadores de um possível AVC em crianças. Identificar essas características o mais rápido possível pode fazer toda a diferença no quadro do paciente.

Um estudo realizado com quase 27 mil pacientes diagnosticados com AVC em 32 países, afirma que 90% das pessoas que sofreram desse problema poderiam tê-lo evitado. Segundo os responsáveis, ao observar fatores como hipertensão, diabetes, estresse, hábitos e gordura no sangue, é possível reduzir as chances de um quadro de AVC independente da faixa etária.

Fonte: Bem Estar

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