Os meses de isolamento social têm gerado impacto psicológico em pessoas das mais diversas faixas etárias, mas pode ter uma repercussão ainda maior em crianças e até impactar em um retrocesso de aprendizado, humor e socialização.

 

As crianças e o isolamento

 

A falta de convivência com pessoas da mesma idade pode gerar insegurança e nas crianças esse traço é ainda maior, pois elas estão em formação e a ausência da rotina – escolar, no caso – e de um ambiente de troca pode trazer retrocessos no que já havia se desenvolvido até o momento.

Crianças aprendem e evoluem a partir do convívio com os seus pares e quando retirados desse ambiente o retrocesso cognitivo e afetivo pode mostrar-se com grande evidência.

Essas crianças podem apresentar falta de concentração, ansiedade, tristeza, inquietude, comportamento agressivo e aumento da dependência por parte dos seus responsáveis ou pais.

No caso de jovens, a convivência também é importante porque é nesse momento em que são desenvolvidas competências essenciais, levadas para o resto da vida.

Assim como nas crianças, os meses de isolamento social podem causar ansiedade, falta de concentração e retrocesso cognitivo.

Nesse momento de adaptação à retomada de uma rotina escolar, mesmo que de maneira diferente, é importante que os pais observem os filhos com maior atenção.

Conversar é a maneira ideal para entender como as crianças e jovens vão lidar com esse momento, é necessário entender se eles estão conseguindo se readequar ou estão apresentando alguma dificuldade, podendo ser cognitiva ou até mesmo no lidar com as outras pessoas do ambiente.

A parceria entre família e escola deve ser mais forte do que nunca e caso seja identificado algum comportamento considerado negativo é necessário procurar a ajuda de um profissional da saúde.

 

A neuropsicologia Infantil

 

A Avaliação Neuropsicológica Infantil refere-se à utilização de procedimentos da neurologia e da psicologia, como o próprio nome diz, aplicados à compreensão do modo como as crianças processam informações.

A neuropsicologia é usada para avaliação do diagnóstico em casos de:

• Agressividade;
• Dificuldades de atenção;
• Transtornos ou dificuldades na aprendizagem, hiperatividade e de humor;
• Rebaixamento na autoestima;
• Dificuldades na socialização;
• Transtornos alimentares;
Dentre outros construtos.

Na clínica Araújo e Fazzito, especialista em Neurologia e Neurocirurgia em São Paulo, o profissional especialista em Neuropsicologia Infantil é o Dr. Thiago Robles Juhas.

O Dr. Thiago é Psicólogo e Neuropsicólogo da Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (ICHCFMUSP).

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