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Unidade Cerqueira Cézar

Dr. Antônio Santos de Araújo Júnior

Neurocirurgião – CRM  114.012

  • Formação em medicina pela Universidade de Brasília (UnB),
  • Residência em neurocirurgia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo,
  • Fellowship em neurocirurgia pelo Gesundheit Nordhessen Klinikum Kassel (Alemanha)
  • e pela Universidade de Hiroshima (Japão).
  • Pós-graduação em neuro-oncologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês

Sobre a Clínica

Araújo & Fazzito tem longa tradição no segmento de atendimento ao paciente neurológico, com profissionais gabaritados, com formação plena nacional e internacional. Contamos com colegas neurologistas, neurocirurgiões e neuropsicólogos para oferecer aos clientes atendimento abrangente e profissional. A qualidade, a tecnologia, a verdade, a confiabilidade, o cuidado, a transparência, a busca e a difusão do conhecimento são pilares formadores e mantenedores de nossa empresa.

 

 

Tratamentos

Meningioma

Os meningeomas são os tumores intracranianos mais frequentes na humanidade. A grande maioria deles é benigna, e costumam ser diagnosticados de maneira incidental em pessoas de mais idade. Eles podem acontecer em qualquer lugar no sistema nervoso central, e são derivados da proliferação de células de uma das meninges cerebrais (aracnóide). Eles possuem receptores hormonais e podem aumentar durante a gestação. Naqueles pacientes com tumores mais volumosos com compressão do cérebro ou da medula espinhal mais significativos, que apresentam sintomas neurológicos progressivos, a cirurgia para raspagem do tumor ou retirada completa da lesão costuma ser bem indicada. A ressecção macroscópica completa destas lesões costuma ser curativa!

Tumor cerebral

Os tumores cerebrais podem ser primários ou secundários. Os tumores primários são aqueles que nascem dentro do cérebro, enquanto aqueles secundários são geralmente metástases, tumores que nascem em outros órgãos e soltam uma semente que vão parar no cérebro. Os tumores primários mais comuns são os gliomas, tumores que nascem da glia, tecido de sustentação dos neurônios. Eles podem ser desde benignos -Grau I, até malignos – Grau IV, por exemplo os glioblastomas. Nos tumores secundários, as metástases mais comuns são aquelas derivadas de câncer de pulmão ou mama. Nos casos de tumores malignos, geralmente se realiza uma cirurgia para biopsia tumoral, no intuito de se obter a máxima ressecção segura, seguida por tratamento complementar com radioterapia e quimioterapia.

Aneurisma cerebral

Os aneurismas cerebrais são pequenas bolhas que se formam nas artérias do cérebro, e que correm o risco de se romper causando uma hemorragia cerebral. A ruptura de um aneurisma cerebral é um caso muito grave, podendo levar o paciente ao coma ou mesmo à morte. Geralmente os pacientes se queixam de uma dor de cabeça muito forte (“pior dor de cabeça da vida”), seguida por rebaixamento do nível de consciência (sonolência ou torpor), e rigidez de nuca. O diagnóstico da hemorragia é feito por exame de tomografia de crânio, e o diagnóstico do aneurisma pode ser feito por angiotomografia ou mesmo por cateterismo (angiografia cerebral). Seu tratamento envolve ocluir o aneurisma com pequenas molas (embolização) por cateterismo, ou nos casos que não se consegue embolizar fazer a cirurgia aberta, clipagem microcirúrgica.

Hérnia de disco cervical e lombar

Hérnia de disco cervical e lombar, como ocorre?

Os discos intervertebrais são os amortecedores naturais da nossa coluna. Quando parte deles saem do lugar e comprimem a medula espinhal ou algum nervo são conhecidos como hérnias de disco. Geralmente hérnias de disco cervical cursam com dor cervical irradiada para o braço (cervicobraquialgia); na lombar causam uma dor lombar irradiada para a perna (lombociatalgia). Geralmente o diagnóstico é feito por exame de ressonância magnética. Seu tratamento é conservador, a base de repouso e analgesia nas crises, e de reabilitação para se evitar novas crises. Em casos graves com perda de sensibilidade ou força, alteração de esfíncter (incontinência ou retenção urinária), e dor refratária a tratamento conservador, a cirurgia pode estar bem indicada.

Os tumores de nervos periféricos

Os tumores de nervos periféricos são tumores da bainha do nervo, que acabam por comprimir o nervo. Os tumores mais comuns costumam ser benignos: neurinomas ou neurofibromas. Geralmente causam muita dor na distribuição do nervo, com piora noturna, associada à perda da sensibilidade, formigamento ou queimação (chamada dor neuropática). O seu diagnóstico é clínico, quando se identifica uma dor em choque na percussão do nervo, ao nível do tumor, seja no braço ou na perna (Sinal de Tinel). Como diagnóstico complementar podemos usar a ressonância magnética com Neurografia (estudo de todo o trajeto do nervo). A cirurgia nestes casos muitas vezes é curativa.

Tumor de hipófise

A glândula hipófise está localizada da base do crânio, na transição da cavidade nasal para o crânio. Ela controla todas as outras glândulas do corpo. Geralmente os tumores da hipófise são benignos, conhecidos como macroadenomas, e costumam secretar hormônios, tais como prolactina, hormônio do crescimento (GH), hormonio adrenocorticotrófico (ACTH), etc. A manifestação clínica depende da linhagem de hormônios produzida: prolactinomas cursam com parada da menstruação e saída de leite pela mama (galactorréia), tumores produtores de GH cursam com crescimento de mãos e pés (acromegalia), tumores produtores de ACTH cursam com ganho de peso, estrias, hipertensão arterial e diabetes (Síndrome de Cushing). Tumores grandes podem apresentar perda da visão, por compressão do quiasma do nervo óptico. O seu tratamento envolve o uso de medicamentos agonistas de dopamina (no caso dos prolactinomas) ou mesmo cirurgias endoscópicas (por câmera) nasais nos casos de tumores grandes com perda visual ou refratários a tratamento clínico.

AS COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS PÓS-COVID 19

As investigações sobre as consequências da doença no cérebro, tem sido feitas abordando desde os efeitos analisados na fase aguda até as possíveis sequelas neurológicas, relatadas por cerca de 30% dos pacientes que se recuperaram.

Dores musculares, fadiga, falta de sono, depressão, dores de cabeça, confusão mental e dificuldades de memória, são alguns dos sintomas relatados por pessoas que se recuperaram da Covid-19. Boa parte dessas queixas pode ter um fundo neurológico.

O coronavírus pode causar danos no cérebro e no nervo periférico, direta ou indiretamente. Como, por exemplo, os trombos microscópicos e outros fatores que atrapalham a chegada de oxigênio, a invasão de células imunológicas na massa cinzenta e a famosa tempestade de substâncias inflamatórias.

Segundo o médico Neurocirurgião, Drº Antônio Araújo, o coronavírus tem atração pelo sistema nervoso. “Muitos pacientes contaminados tiveram manifestações neurológicas da Covid-19, como a síndrome de Guillain-Barré, encefalomielite disseminada aguda (ADEM), acidente vascular cerebral isquêmico (AVC), trombose venosa cerebral e crises epilépticas.” Afirma.

Ainda de acordo com o especialista, alguns vírus conseguem acometer áreas nobres do sistema nervoso central, geralmente através de duas rotas: avançando por um nervo do corpo ou pelo sangue. Ele comenta, ainda, que o Sars-CoV 2 pode causar comprometimentos neurológicos mais tardios.

É importante que se leve em consideração outros fatores como o tempo de internação do paciente, a necessidade de terapia intensiva e os medicamentos utilizados. Aqueles pacientes que ficaram internados por mais tempo têm mais chance de evoluir com a “síndrome da fadiga crônica”, também chamada de “encefalomielite miálgica”. Ela se caracteriza por exaustão física, mal-estar após exercício, insônia e dores recorrentes.

No caso da memória, cognição e falta de atenção, é importante ressaltar que a região cerebral do hipocampo é particularmente afetada pelo vírus. Essa área é a sede da memória e isso leva à hipótese de que, passada a pandemia, poderemos ter mais casos de doenças como o Alzheimer, por exemplo.

Mas, o especialista destaca que a ansiedade e o estresse podem acarretar as alterações descritas, principalmente insônia, perda de memória e cefaleia.

Dr. Antonio Araújo
Neurocirurgião do Hospital Sírio-Libanês – SP e da Clínica Araújo e Fazzito

Entrevista ao Site/Jornal  Gazeta Semanal 

Link da Entrevista

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